Caros amigos, clientes e amantes do vinho.
A tormenta econômica ainda é um assunto interessante pelo menos para os desafortunados que carregam essa preocupação ou para alguns que deixam o lado comercial para engrandecer seus olhos na oportunidade de obter também um lucro financeiro. Nossa preocupação prazerosamente correu nossas taças, com a avaliação de uma Bodega Argentina e seus vinhos.
A tormenta econômica ainda é um assunto interessante pelo menos para os desafortunados que carregam essa preocupação ou para alguns que deixam o lado comercial para engrandecer seus olhos na oportunidade de obter também um lucro financeiro. Nossa preocupação prazerosamente correu nossas taças, com a avaliação de uma Bodega Argentina e seus vinhos.
A Bodega da família Barberis está situada em Vistalba, na região de Luján de Cuyo, Mendoza, Argentina. Don Humberto Barberis, em 1965, realizou o sonho da família e adquiriu seus primeiros vinhedos, onde construiu uma bodega capaz de elaborar vinhos de alta qualidade.
Em 1989, Don Humberto adquiriu a Bodega de Vistalba após cultivar anos de experiência no cuidado de suas primeiras videiras e a levou para projetos maiores, fornecendo vinho a outras bodegas que admiravam a qualidade de seus produtos.
Respeito e admiração correram com os anos, levando-o a participações e premiações importantes internacionalmente. Atualmente, cultiva cerca de duzentos hectares de variedades nobres e conta com o auxilio técnico na obtenção de uvas que lhe convergem para seus vinhos, à qualidade que os deixam entre os melhores.
Qualidade alimentada inicialmente por um trabalho árduo em sua colheita manual, material inoxidável e de alta tecnologia.
Hoje a tradição da bodega é somada a participação ativa de seus filhos que trouxeram modernização a adega e a comercialização dos vinhos de marca própria no mercado argentino e internacional.
A promessa de bom vinho vem com a notícia dos vinhedos com 80 anos em media, sendo que 30% dos vinhos estagiam em barricas francesas e americanas de carvalho por 12 meses, seguidos de um descanso de mais 12 meses antes de sair à venda.
O vinho Humberto Barberis Malbec gira violeta avermelhado na taça. Uma boa complexidade de aromas nos deixa inquietos para levar o vinho à boca e aos poucos, o destacado anis abre espaço para uma pimenta branca, fruta vermelha madura, cereja, chocolate e baunilha. O denso malbec vem à boca com boa estrutura, com seus taninos marcantes e levemente doces. Conquista a mesa, seduzindo com sua elegância e sabor!
Paixão, o sentimento que move o mundo é o alimento incentivador de um grupo de amigos que fazem grandes vinhos com um novo conceito em South Australia. Esses amigos, todos profissionais da indústria do vinho a anos, uniram-se em 2001 para dar início ao projeto da vinícola. Ben Glaetzer, Tilbrook Grant, Scott Collet, Geoff Hardy, Vicki Arnold, Gino Melino e John Pargeter, formam essa equipe que está ativamente envolvida no cultivo, vinificação, comercialização e venda dos vinhos.
Heartland Cabernet Sauvignon antes de chegar à garrafa, passa por 12 meses em barricas de carvalho e tem potencial de guarda de aproximadamente 8 anos, tanto esse como todos os outros vinhos da vinícola são elaborados e assinados por Ben Glaetzer.
Desse grupo de amigos liderados por Ben Glaetzer, tivemos o prazer de conhecer Heartland Cabernet Sauvignon, vinho de cor Ruby bem intenso, aromas de boa intensidade, notas de frutas negras como amora e cassis. Na boca o primeiro impacto é muito prazeroso e com sua bela densidade oferece rapidamente sabores de frutas com notas finais de hortelã, textura rica de taninos aveludados, final longo e muito prazeroso.
Longe de toda crise e terrorismo econômico, tenho o prazer de encontrar vinhos de qualidade e preço justo pra você!
Tive uma semana cheia de experiências e descobertas generosas. Trabalhando nesse segmento tenho a sorte e o prazer de compartilhar muitas experiências e dicas de rótulos com muitos clientes. E dessa vez a indicação estava em minha gôndola, esperando para ser apreciado.
O Barão Edmond Rothschild, remando contra a maré familiar, decidiu comprar um Château que não estivesse estabelecido e premiado, para construir sua reputação com as próprias mãos. Com base em Moulis-en-Médoc, a compagnie compreende algumas propriedades que, originalmente, compunham Lês Granges, dos Abades Cistercienses no século XVII. O Barão teve que restaurar os vinhedos abandonados e hoje sua família dá continuidade e aumenta aceleradamente seu reconhecimento mundial.
O vinho que apreciamos é retirado de uma parcela que seria para um vinho de maior categoria, mas que algumas barricas não tiveram evolução, ou, não adquiriram características parecidas ao primeiro vinho, se tornando assim um segundo vinho da vinícola. Les Granges foi levado ao decante e ficou descansando por meia hora, sua cor bem avermelhada demonstrava sua jovialidade.
O vinho foi servido e com um pouco mais de paciência acabou se declarando aos seus apreciadores, aroma de complexidade mediana, com uma fruta bem evidente um toque defumado ao fundo que casa bem com seus aromas. Na boca fica mais interessante a fruta que refletia dos seus aromas, sabor bem integrado da madeira, mineral, acidez fresca, taninos de qualidade dando a impressão de secar o palato, final elegante e muito agradável.
Nome: Les Granges Produtor: Lês Domaines Edmond Rothschild Origem: Haut- Médoc (França) Cepas: 70% Merlot, 20% Cabernet Sauvignon e 10% Cabernet Franc Clique para ver o Les Granges na Empório Mercantil